BERÇÁRIO: OTOEMISSÕES ou teste da orelhinha.
ALGUNS BEBÊS NASCEM OUVINDO ..... OUTROS PRECISAM DE AJUDA.

É o mais recente método para identificação de perdas auditivas em neonatos.

Emissões Otoacústicas são sons provenientes da cóclea, órgão sensorial responsável pela audição, após a apresentação de um estímulo sonoro.

O método não tem como objetivo quantificar a deficiência auditiva, porém detecta a sua ocorrência, visto que as emissões otoacústicas estão presentes em todas as orelhas funcionalmente normais. Elas deixam de ser observadas quando os limiares auditivos se encontram acima de 30 dBNA ou seja, quando existe qualquer alteração auditiva.

A audição inicia-se a partir do 5º. Mês de gestação e desenvolve-se intensamente nos primeiros meses de vida.

No Brasil a idade média de diagnóstico da perda auditiva neurossensorial severa a Profunda é muito tardia, em torno de 4 anos de idade. (INES-90)

O diagnóstico ao nascimento até os 6 meses de idade apresentam desenvolvimento muito próximo do de uma criança ouvinte. Quando demora mais que isto para diagnosticar , traz prejuízos inaceitáveis ao desenvolvimento da criança e na sua relação familiar.

Se o exame não foi realizado ao nascimento NÃO ESPERE, FAÇA JÁ NA AUDIOFONO CENTER com hora marcada em um dos nossos endereços ou na sua maternidade.
 
Fonoterápico
  Motricidade Oral: Habilita/ Reabilita funções relacionadas a respiração, sucção, mastigação, deglutição, expressão facial e articulação da fala. Propiciando melhores condições de vida e de comunicação.
  Voz: A voz representa a identidade do indivíduo, pois expressa seus sentimentos. É produzida pelas pregas vocais, e quando estas não funcionam adequadamente a voz é alterada podendo ficar rouca, abafada, soprosa, comprometendo o trabalho e a vida pessoal. O fonoaudiólogo previne, avalia e trata os problemas da voz falada, cantada e ainda aperfeiçoa os padrões vocais.
  Linguagem: Envolve a comunicação oral e escrita, o seu desenvolvimento dar-se desde a infância até a idade adulta. Pessoas com problemas na expressão e/ou na compreensão podem ter dificuldades na integração social e profissional.
  Audiologia: Normalmente, por meio da audição adquirimos a comunicação oral. Doenças na gestação, infecção de ouvido, uso indiscriminado de medicamentos, exposição a ruídos intensos, fones de ouvido e outros, podem causar alterações auditivas, comprometendo a comunicação e a qualidade de vida.
  Atendemos: Voz profissional - Terapia do Processamento Auditivo Central (PAC) - Atraso de linguagem - Linguagem para implantado (pré e pós-implante) - AVE - Adaptamos aparelho auditivo - Trocas de fonêmas (escrita e linguagem) - Afasia - Parkinson - Alzamen e APLICAMOS O TESTE DA ORELHINHA.


Desenvolvimento da linguagem da criança
O desenvolvimento da linguagem da criança, ao contrário do que muitos pensam, começa desde o seu nascimento. Até os 8 meses de idade, apesar de criança não ter a intensão de se expressar, suas ações reflexas, vocalizações, choro são interpretados pelo meio em que está inserida como se considerassem que realmente ela queria comunicar algo.

Sabe-se que esta atitude - de dar significado as ações da criança - será primordial para que posteriormente (a partir dos 8 meses) ela passe a tentar interagir com o outro.

Essas tentativas, inicialmente, acontecem em formas de gestos elementares, como um sorriso, um olhar, vocalizações, por volta dos 8 a 12 meses. A seguir, dos 12 aos 18 meses, esses gestos passam a ser mais elaborados e a criança, espelhando-se no outro, passa a usar nossos gestos convencionais, como dar tchau, indicar sim ou não com a cabeça, apontar para o que deseja, entre outros.

A partir dos 12 meses, outro fato importante surgirá no desenvolvimento da criança, que é se utilizar de formas verbais para se comunicar, surgindo, assim, os primeiros esboços de palavras: mama (mamãe), por exemplo.

Portanto, percebe-se que a linguagem da criança, desde a sua forma não-verbal, não se desenvolve sozinha, ela precisará sentir a necessidade de se comunicar e descobrir meios para fazer isso. São as pessoas do seu convívio que terão o papel fundamental de inserí-la no mundo da linguagem, através da promoção de condições favoráveis, onde a mais importante, é dar significado a suas ações mesmo que a criança não tenha a intensão de usá-las para se comunicar.

Abaixo segue uma tabela sobre o desenvolvimento pré-verbal da criança mais detalhado.

0 a 3 meses Vocalizacões reflexas; reage à fala humana (sorri, olha); apresenta atenção ao som, procurando-o; Não tem intensão comunicativa.
4 a 8 meses Inicia o balbucio (brinca com os sons – bababa;papapa); uso de expressões faciais, movimentos corporais, sem intensão comunicativa;
8 a 12 meses Surgem os comportamentos comunicativos intensionais para atender as suas necessidades:gestos elementares (apontar), vocalizações mais variadas e direcionadas ao adulto, olhares; repete sons emitidos por outros; compreende palavras simples.
12 a 18 meses Usa os gestos que o meio em que está inserido costuma usar (convencionais): dar tchau, solta beijo, indica sim ou não com a cabeça...; Surgem esboços de palavras:auau, mamãe, papai, dá, agá...


BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
CELIA. L.S Aquisição e desenvolvimento infantil (0 – 12 anos): um olhar multidisciplinar. Porto Alegre : Edipucrs, 2003.
ZORZI. L. J. Distúrbios de linguagem em crianças pequenas. In:FILHO.L.O et al (org.)Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997.
ZORZI. L. J. A intervenção Fonoaudiologica nas alterações da linguagem infantil. São Paulo: Revinter,2002.
 
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